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domingo 26 abril 2026

Corpos de empresários mortos em acidente aéreo devem chegar em Minas Gerais amanhã (20); carmense será enterrado na cidade de Uberlândia onde residia há anos

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Os corpos de seis empresários mortos no acidente aéreo em Barcelos (AM) devem chegar a Uberlândia na quarta-feira (20).

O velório do carmense Guilherme Boaventura Rabelo deve acontecer no Parque dos Buritis, na cidade do Triângulo Mineiro.

Os corpos das 14 vítimas do acidente aéreo, em Barcelos, no Amazonas, foram liberados na madrugada desta segunda-feira (18).  O governo do estado montou uma força tarefa para agilizar os processos de identificação e liberação para os familiares. 

As causas do acidente estão sendo apuradas pela Polícia Civil do Amazonas e pelo Cenipa, Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. Ainda não há prazo para o fim das investigações.

O avião saiu de Manaus, no último sábado (16), com destino ao município de Barcelos, no interior do estado. A aeronave caiu quando tentava pousar no aeroporto da cidade. Chovia forte no momento do acidente.

A avião de médio porte, um bimotor turboélice da Embraer, levava 12 turistas, que iam pescar no Rio Negro. Além dos passageiros, o piloto e o copiloto da aeronave também morreram.

Os corpos foram transferidos para o Instituto Médico Legal, em Manaus, na tarde desse domingo (17), em avião da FAB, Força Aérea Brasileira.

As vítimas eram dos estados de Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Paraná, São Paulo, Roraima e Ceará.

Trabalho minucioso

O diretor do Instituto de Identificação, Mahatma Porto, explicou o trabalho realizado pelas equipes de identificação, ressaltando que em eventos onde acontecem muitas mortes, é preciso que haja uma identificação inequívoca de cada indivíduo.

“Não pode haver um simples reconhecimento, uma vez que muitas vezes os corpos estão irreconhecíveis. Não foi este o caso, pois os corpos estavam bem preservados, mas o método científico que atesta a individualização de uma pessoa é a identificação pelas suas impressões digitais, a princípio”, explicou.

O trabalho da força-tarefa incluiu seis etapas, começando pela solicitação dos prontuários civis das vítimas de outros estados, transporte dos corpos para Manaus, coleta das digitais e envio para o Instituto de Identificação, confrontação com os prontuários civis, emissão de laudos e envio para o IML, até a liberação do corpo pelo médico legista.

Apoio imediato

Nos primeiros minutos após o acidente aéreo, o Governo do Amazonas mobilizou os órgãos estaduais para prestar apoio na ocorrência.

Um comitê emergencial foi instalado e o trabalho reuniu a Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), Defesa Civil, DPTC e Seas, com o apoio da FAB, por meio do Sétimo Comando Aéreo Regional (VII Comar).

O acidente

A aeronave do modelo Embraer EMB-110 Bandeirante levava os 12 turistas a bordo, além do piloto e do copiloto. O avião saiu da capital com destino à cidade de Barcelos, no interior do estado, conhecida pelo turismo de pesca. A queda aconteceu quando o avião tentava pousar na cidade. Chovia forte no momento do desastre.

As investigações sobre as causas do acidente serão realizadas pela Polícia Civil do Amazonas e pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VII).

Vítimas do acidente

  • Renato Souza de Assis (GO)
  • Marcos de Castro Zica (GO)
  • Witter Ferreira de Faria (MG)
  • Gilcresio Salvador de Medeiros (GO)
  • Roland Montenegro Costa (MA)
  • Fábio Ribeiro (PR)
  • Luiz Carlos Cavalcante Garcia (SP)
  • Guilherme Boaventura Rabelo (MG)
  • Hamilton Alves Reis (SP)
  • Heudes Freitas (MG)
  • Euri Paulo dos Santos (MG)
  • Fabio Campos de Assis (GO)
  • Leandro Costa de Souza – (RR) – piloto
  • Fernando Luiz Galvão Bezerra Júnior (CE) – copiloto

Com informações de Agência Brasil e G1

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