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sábado 25 abril 2026

Lagoa Formosa – Moradores ficam desalojados após desabamento no bairro Bela Vista

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As fortes e constantes chuvas que caem na região do Alto Paranaíba desde o mês de janeiro têm causado muitos transtornos e prejuízos. Em Lagoa Formosa, no Bairro Bela Vista, vários moradores foram obrigados a deixar suas residências após partes dos imóveis desabarem. Nas Ruas José Marciano e João Carneiro pelo menos 10 casas foram danificadas, sendo que 4 delas sofreram deslizamentos de terras e desmoronaram. Nossa reportagem esteve no local na tarde desta quinta-feira (10/02) e conversou com dois moradores que contaram os dramas que tem passado (vídeo).

Por ser região de nascentes, o local já vinha sofrendo afundamento de terras há algum tempo, mas desde que o volume das chuvas aumentou na cidade a situação piorou e as famílias que vivem no local passaram a conviver com o medo e a preocupação. A prefeitura municipal interditou nesta quinta (10) o tráfego para veículos, na Rua João Carneiro, no trecho onde ficam localizados os imóveis no Bairro Bela Vista.

Um dos proprietários que teve a casa totalmente comprometida, disse que vinha alertando a administração pública e o SAAE pelo perigo de desabamento dos imóveis desde o ano de 2018. Noraldino Ferreira contou que procurou em datas e anos anteriores os dois órgãos, mas os serviços no local não deram resultados e, além disso, contribuíram para os deslizamentos de terras.  Ele entrou na justiça para tentar resolver a situação há dois anos e aguarda o desfecho do caso. Já a professora Magda Braga ressaltou que, também acredita que a situação poderia ter sido evitada. Ela relatou que também pretende entrar na justiça para buscar uma solução para a situação. “Fiquei seis anos construindo a casa, sendo que morávamos no local há apenas um ano e agora acontece isso”, declarou a professora.

Representantes da prefeitura municipal, entre eles, um engenheiro e uma assistente social e, ainda, um representante da Defesa Civil estiveram no local e conversaram com os moradores. No caso da assistente, ela disse que o trabalho inicial é de conversar com os afetados, alertar os moradores, oferecer apoio psicológico, alojamento para aqueles que se interessarem e instruir no que for preciso. 

Fonte: Patos1

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