O prefeito de Carmo do Paranaíba, Lucas Mendes, participou hoje (8) de uma reunião com vários prefeitos da região e com o governador em exercício, Mateus Simões na cidade de Paracatu. Na ocasião o governador anunciou oficialmente o investimento de mais de R$ 200 milhões do Governo de Minas Gerais destinado ao asfaltamento da estrada que liga o município a Serra do Salitre, trecho conhecido regionalmente como “Rodovia do Queijo”.
Já em Carmo do Paranaíba, o prefeito reuniu a imprensa local para falar um pouco sobre a reunião e os futuros passos sobre a obra. O prefeito destacou que o anúncio do investimento representa um marco histórico para Carmo do Paranaíba e toda a região. O recurso, anunciado pelo governador deve acelerar o andamento do projeto e abrir caminho para as próximas etapas burocráticas até o início efetivo das obras que estão previstas para ter início em 2027.
Serão aproximadamente 40 quilômetros de asfaltamento, com investimento estimado em mais de R$ 202 milhões, fortalecendo o desenvolvimento, a segurança e a mobilidade da nossa região. Essa conquista é resultado da união entre os municípios, com o apoio do deputado federal Zé Silva e do deputado estadual Bosco.
A expectativa é de que a pavimentação proporcione maior segurança viária, redução dos custos logísticos, valorização das propriedades rurais e fortalecimento da economia regional, especialmente do agronegócio e da cadeia leiteira.
A luta pela pavimentação da estrada não é recente. Em 2017, a Prefeitura de Carmo do Paranaíba já havia iniciado articulações políticas em Belo Horizonte para viabilizar a estadualização da via e elaboração do projeto de asfaltamento. Segundo divulgado naquele período, a proposta previa ligar Carmo do Paranaíba até o entroncamento da MG-230, em Serra do Salitre, facilitando o escoamento da produção agropecuária e aproximando os municípios do Alto Paranaíba.
A estrada ganhou o apelido de “Rodovia do Queijo” devido à forte tradição leiteira e à expressiva produção de queijo artesanal existente na região. Além do leite e derivados, o trecho é utilizado para transporte de café, milho, soja e outros produtos agrícolas que movimentam a economia local.
Nos últimos anos, as más condições da estrada de terra também passaram a ser motivo constante de reclamações e acidentes. Em 2025, um capotamento registrado na via evidenciou novamente os problemas estruturais enfrentados pelos motoristas, principalmente em períodos de chuva e devido às irregularidades da pista.







