A atual Mesa Diretora da Câmara Municipal, composta pelo Presidente Eduardo Alves de Almeida, pelo Vice-Presidente Geraldo Magela de Souza e pela Secretária Paula Moreira Lima Rodrigues, vem consolidando um novo padrão de governança pautado no rigor técnico e na responsabilidade com o dinheiro público.
Austeridade Real: Cortes e Eficiência
Com uma visão voltada para a otimização de recursos, a atual gestão de 2026 implementou uma revisão profunda na folha de pagamentos. Através de cortes e reduções estratégicas em gratificações, a Mesa Diretora projeta uma economia histórica de aproximadamente R$ 400 mil reais. “Nossa missão é honrar a confiança da população. Essa economia expressiva prova que, com gestão profissional, é possível fazer mais com menos”, afirmam os membros da Mesa.
A Verdade sobre a Evolução das Gratificações
É importante que a população compreenda o histórico das normas da Casa. As gratificações por função já existiam em 2021, porém, naquela época, o sistema permitia um controle maior, com o teto fixado em 50%.
A mudança drástica ocorreu com a aprovação da Lei Complementar nº 14/2022. Esta legislação, chancelada por parlamentares que hoje buscam criticar a atual administração, alterou profundamente a estrutura de custos ao transformar o que antes era o teto no novo piso de 50%. Além disso, a lei garantiu uma série de direitos e progressões de carreira aos servidores, o que explica os patamares salariais atuais. “Hoje, operamos sob as regras de uma lei que nós não criamos, mas que somos obrigados a cumprir. Aqueles que no passado subiram o piso das gratificações são os mesmos que agora tentam politizar a gestão técnica que estamos fazendo”, destaca a Presidência.
Valorização do Servidor e Compromisso Fiscal
A Mesa Diretora faz questão de ressaltar que os servidores concursados são o suporte técnico essencial da Câmara e merecem total respeito. Seus salários e benefícios são direitos adquiridos e garantidos por lei.
Enquanto vozes isoladas tentam criar narrativas de desgaste — esquecendo-se de que foram os próprios autores das leis que elevaram os custos da Casa — a Mesa Diretora responde com números, trabalho e uma economia real de R$ 400 mil para Carmo do Paranaíba.







