No início da primeira quinzena de setembro a rondoniense e Técnica em Enfermagem, Lenilda dos Santos, foi encontrada morta em um deserto ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México. Desde então, os familiares no Brasil esperam a chegada do corpo para fazer o velório e se despedirem dela. Quase dois meses se passaram e não há previsão de quando o corpo será liberado.
De acordo com as informações, a família tinha confirmado o translado para o dia 20 de outubro, mas no momento do embarque tudo foi cancelado. O agente responsável sofreu um infarto e foi hospitalizado em estado grave e todo o processo ficou atrasado.
Um velório chegou a ser realizado para os familiares que moram nos Estados Unidos alguns dias antes.
A família foi informada que o motivo do corpo ainda estar “preso” são os trâmites judiciais. Outro entrave é que o Consulado brasileiro só vai assinar a certidão de óbito quando a perícia concluir o laudo da morte. O problema é que isso só vai demorar mais um mês.
Somente depois disso que o corpo poderá ser liberado.
Atualmente o que impede o envio do corpo são trâmites judiciais. De acordo com os familiares de Lenilda, o Consulado-geral do Brasil em Houston (Texas) só deve assinar a certidão de óbito quando a perícia concluir o laudo com a causa da morte. A previsão é que isso aconteça somente daqui a um mês, quando o corpo poderá ser liberado.
Com informações de Brazilian Times







