A adoção do modelo cívico-militar em escolas públicas de Carmo do Paranaíba está sendo considerada pelo governo estadual, mas qualquer mudança só ocorrerá mediante aprovação das comunidades escolares envolvidas. O processo ainda está nos estágios iniciais, e nenhuma decisão definitiva foi tomada.
A proposta envolve oito instituições da rede estadual de ensino, cujos nomes constam em um documento enviado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) à Superintendência Regional de Ensino. As escolas listadas para as possíveis mudanças são:
- Escola Estadual Professor José Hugo Guimarães
- Escola Estadual Amadeu Gonçalves Boaventura

As assembleias escolares, que devem ocorrer até o dia 18 de julho, serão determinantes para a continuidade do processo. Caso a maioria da comunidade escolar seja favorável, a instituição poderá aderir ao modelo, que prevê uma gestão compartilhada entre profissionais da educação e membros das forças de segurança, como a Polícia Militar ou as Forças Armadas.
Esse formato híbrido mantém o controle pedagógico com a Secretaria de Educação, enquanto os militares atuam em funções administrativas e disciplinares. A aplicação do modelo é voltada para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio.
A SEE/MG também se manifestou sobre o tema, esclarecendo que a adesão é opcional e deve refletir o desejo coletivo das comunidades escolares. Portanto, não há imposição, apenas a abertura para uma possível mudança, caso haja consenso local.
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Em suas redes sociais, o vereador Cabo Jota (Pode), comemorou a possibilidade. “É com muito orgulho que recebo e repasso a notícia de que a nossa querida “Carmo do Paranaíba”, foi selecionada para ser contemplada com 2 ” Escolas Cívico-Militares”.
Porém, para que isso aconteça é necessário a autorização e o apoio de todos os alunos , pais, responsáveis e também da Direção Escolar e do corpo docente .
“Destacamos também a extrema necessidade em levar segurança para alunos e professores, impedindo que ações externas ao ambiente escolar venham entrar para dentro das escolas”, disse.
Ele ressaltou que se for implantada as “Escolas Cívico-militar”, os militares não vão atuar como professores e também não vão interferir no cunho pedagógico da instituição de ensino, sendo os militares subordinados aos Diretores e também aos professores.
“A presença dos militares nas escolas trará segurança, respeito, civilidade acompanhado de ações de primeiros socorros, atividades de alinhamento e orientações contra drogas, bebidas, fumo e violência”, concluiu.
Assembleias acontecem na tarde de hoje (8) na escola Amadeu e amanhã (9), no Estadual.







