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Carmo do Paranaíba
terça-feira 21 abril 2026

Carmo do Paranaíba – Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar irmão a tiros

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No último dia 9 foi realizado mais um julgamento no Fórum Dr. Barcelos, de Carmo do Paranaíba. Dessa vez foram julgados dois homens acusados de disparar oito vezes contra a vítima Carlos Teixeira da Cunha, de 37 anos de idade, na própria casa onde morava com a mãe.

Um dos réus é irmão da vítima e foi condenado a 24 anos de prisão. Já o seu comparsa recebeu a pena de 18 anos e ambos, que já se encontram presos, seguem a pena em regime fechado e não receberam o direito de recorrer em liberdade.

O Ministério Público e o assistente de acusação sustentaram a condenação dos réus como homicídio consumado duplamente qualificado.

Os jurados reconheceram a materialidade do homicídio; a autoria atribuída aos réus; sendo qualificadoras o motivo fútil e o recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime teria sido motivado pelos constantes desentendimentos dos irmãos que se agravaram depois de uma partilha de uma herança após a morte do pai.

O homicídio

O crime que chocou o município na época, ocorreu na Rua Manoel Rosa, no Bairro Lagoinha em Carmo do Paranaíba no final da madrugada do dia 12/07/19, quando a Polícia Militar foi acionada pela mãe da vítima relatando que seu filho havia sido atingido por disparos de arma de fogo.

O rapaz foi socorrido rapidamente e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) onde deu entrada com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu logo em seguida. 

Os irmãos, vítima e autor, teriam se desentendido durante a madrugada em um estabelecimento comercial. Em seguida, os réus teriam seguido até a casa onde residia Carlos e o chamou pela janela.

Assim que se aproximou os atiradores abriram fogo contra Carlos, sendo que os projeteis transfixaram a janela e um dos tiros acertou a vítima na região do pescoço.

Logo após o crime, os suspeitos fugiram do local em uma motocicleta que foi apreendida dias depois em um hotel da cidade juntamente com dois capacetes.

Contra o réu, irmão da vítima, já existia um mandado de prisão por quebra de condicional. Ele se apresentou à Polícia Civil dias depois do crime.

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